domingo, 7 de outubro de 2007

Resident Evil 3: Extinction

Música do dia: Manowar - Blood of the Kings



Todo bom fã da série Resident Evil, já sabe o que esperar de uma continuação do último filme. Portanto eu, como bom fã, já esperava o pior. E o tive.
Assim que começa o filme, temos Milla Jovovich nua (de novo?!) para excitar o público-alvo adolescente. A personagem Alice aparece no cafofo já conhecido da Umbrella, causando uma confusão aos espectadores que imaginam o porquê de ela estar lá novamente. Mas logo descobrimos que não passa de um clone idiota. Um possível furo de roteiro passou batido mas não há motivo para decepção, existem muitos ao longo dos 95 minutos de filme.
Além do que, observado pela crítica do Cinema em Cena, esganaram o roteiro ao momento em que o Dr. Isaacs diz que a fuga de Alice é prejudicial aos planos da Umbrella, depois de o segundo filme ter acabado com a clara demonstração de que a fuga fazia parte dos planos da empresa. Além de que a musa Jill Valentine, cuja aparição levou à loucura os fãs psicóticos no segundo filme e foi, para muitos, a salvação do mesmo, esteve desparecida e esquecida em Extinction.

Mais do que o mistério de como alguns zumbis inúteis conseguem derrubar um carro gigante e milhares não conseguem arrombar uma maldita cerca de arame, ainda mais do que o mistério de como um planeta de 510,3 km2 de extensão territorial vire deserto de areia em míseros cinco anos, o que mais me incomodou e me cutucou o filme todo, foi a película digital sobre os rostos femininos. Por que diabos aperfeiçoar os rostos das protagonistas da série? Além do ridículo por parecerem bonecas em CG (computer grafics) de um 128bit, contrariam completamente o cenário da trama que não passa de um monte de sujeira e pó.

O resumo do filme é: Incríveis matadoras e dilaceradoras de mortos-vivos que, entre as habilidades sobre-humanas, está a de se manterem limpas, maquiadas e perfeitas (quem sabe até cheirosas?!) durante o filme todo. Entre outros homens quaisquer que morrem de jeitos que ficam longe da emoção, fazendo-nos esquecer que era mesmo para ser uma morte. E de história, não tem nada. Apenas ação.

Os 45 milhões de dólares de orçamento do filme, certamente serão cobridos por pessoas como eu, que continuam alimentando a preguiça e a incapacidade desses diretores vagabundos, dando nosso dinheiro para as estréias no cinema. Também pelos milhares de patrocinadores grandes, observados ao longo do filme. Eles que patrocinam exatamente por saberem que existem pessoas como eu.
Será que já não basta desse descaso com as séries de grande nome? Parece mais do que preguiça, parece vontade de jogar na lama um nome como "Resident Evil". Talvez nossos amigos Russel Mulcahy e Paul Anderson
não tenham conseguido zerar o game no nível hard e se uniram numa vingança.

Bom, e o filme acaba dando a idéia de uma continuação. Se não houver criatividade para o roteiro novamente, inescapávelmente, terão de ter para o quarto subtítulo. Após "Apocalipse" e "Extinção", o que poderá vir? Algo como "Resident Evil 4: O Purgatório"?


Sem mais delongas.

2 comentários:

tammy disse...

esse residente evil é famoso?xD
eu ouvi fala dele nessa semana xD
entao nao sei nada pra comentar algo bom xD*ne verdade nunca comento algo bom xD*
aeaheuah
entao me vou-me ;D
aiejaej
beeijo loki
:*

zineu disse...

OMG @___@
não creio que fizeram outro residente evil ruim ._.
essa parte do rosto delas e dos zumbis não derrubarem a cerca de arame argh x_x
meu cala a boca alguém descente tinha que fazer RE mesmo u_u
O MELHOR FOI O PRIMEIRO MESMO ;´D
sem comparação