sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Recuperação?

Música do dia: Epica - Facade of Reality

Há alguns anos atrás, recuperação era uma palavra que não fazia parte de meu cotidiano. Até a oitava série, costumava ser o primeiro da sala. Aquele que tinha a redação escolhida, que era elogiado pelos professores, que, a partir da sétima, pecava um pouco em comportamento mas não deixava que isso influenciasse em suas notas altas.


SESI, o colégio que estudei da primeira à oitava série em Ourinhos (foto). Um colégio bom e com boas referências. Um colégio apostilado e que me fazia revisar tais apostilas todos os dias quando em casa. Estudava mais de quatro horas por dia, geralmente. Valia a pena.
O corpo docente do SESI, enfatizava a capacidade daqueles que saíam de lá e passavam no vestibulinho de ensino médio na ETE (outra foto). Naquela época, o SESI só tinha ensino fundamental, portanto, tinham que ter um colégio para indicar pós-sesi. Faziam uma hipnose desde a sétima, para que o objetivo de todos fosse passar na ETE, que é um colégio técnico que dá aulas de ensino médio, entre outros cursos. Três salas, uma para cada ano, 40 vagas em um vestibulinho com cerca de 1000 inscritos.


Eu teria ido para qualquer outro colégio particular, mas fui hipnotizado a fazer vestibulinho do "O Colégio público", aquele colégio que era mais bem falado no SESI do que os que utilizavam dos melhores sistemas de ensino como Anglo e Objetivo.
Fiz sem nervosismo ou preocupação, fiz rápido e um tanto quanto despreocupado o tal vestibulinho. Passei em 16°, pelo que me lembro. Fiquei feliz mas eu sempre soube que tinha capacidade para passar em um lugar acima disso. Amigos reunidos, da minha sala da oitava muita gente passou e foi uma alegria no começo.
Greve. Após uns dois meses ou menos de aula, professores entrarem em greve. Alguns aderiram, alguns não. Aulas fragmentadas, horário confuso e íamos ao colégio para ter uma ou duas aulas e no intervalos das mesmas, íamos andar pelo centro ou vagabundear na Wizard. Isso acabou com o Bruno estudioso. Peguei gosto pela folga, esqueci como era estudar e fui "emburrecendo" com o passar do tempo. Quando percebi, parei de ir ao colégio para reprovar por falta e foi o que houve. Um ano perdido mas foi melhor ter agido assim do que ter passado sem ter aprendido um conteúdo sequer.
Ano seguinte: mudei-me para Londrina e comecei vida nova. Primeiro ano outra vez, e dessa vez fui bem e com notas altas.
No segundo ano comecei a trabalhar em período integral e estudar à noite. Novamente sentindo meus estudos se despedaçarem porque todos sabem como é horrível o ensino noturno do Vicente Rijo. Parei de trabalhar depois das férias de julho e fui pro período da manhã, onde cheguei completamente despreparado e sem livros. Reprovei mais uma vez.
Este ano, segundo ano novamente. Depois de muito tempo, colégio particular novamente e, dessa vez, não achava que ficaria mais em recuperação. As poucas matérias que fui mal nos primeiros bimestres, eram explicadas pelo fato de que eu estava desacostumado a estudar e ainda mais com média bimestral de 70 pontos.
Hoje descobrimos que todos os alunos ficaram de recuperação. E em mais de metade das disciplinas. Isso quer dizer que 100% dos alunos relaxaram? Não. Definitivamente, quer dizer que algo está errado no critério avaliativo.
Encerramento das apresentações dos trabalhos finais foi hoje. Nota do trabalho: 20.
Bimestre passado, algumas equipes tiraram nota máxima com trabalhos muito menos detalhados que os desse bimestre. Pelo que observei, o nível das apresentaçãos subiu. Não muito, mas subiu. Mas o que subiu gradativamente, foi a avaliação desses trabalhos, a exigência dos juízes. Ninguém tirou nota máxima nem com trabalhos melhores que do bimestre passado. Óbviamente tenho minhas teorias a respeito dessa mudança repentina, mas calo-me uma vez que sei que isso pode se tornar "atritante" ao ser escrito aqui.
Mas ninguém deixou claro que o critério avaliativo dos trabalhos finais desse bimestre, seriam muito mais implicantes, logo, todos os alunos saíram no prejuízo.
Eu escreveria um post com o dobro deste se eu fosse um tolo. Pela atitude de hoje, não só por isso mas principalmente por isso, aquieto-me no meu canto e encerro o meu post por aqui. Postando apenas para matar a vontade de escrever algo num dia incomum como hoje. O que eu sinto a respeito, devem imaginar.
E estudemos para a recuperação paralela, amigos!

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Video Games Live 2007

Música do Dia: Civilization 4 - Baba Yet

A VIAGEM
Saímos de Londrina às 7h da manhã e com algumas paradas pelo caminho, fomos chegar em São Paulo aproximadamente às 4:00 da tarde. Às 5 horas já estávamos todos em frente à Via Funchal e eu ganhei um chapéu de Urahara do Dann, Dani e Gabriel. Eles passaram na Liba, que inveja!Chapéu em questão
Antes de começar o evento, fomos pro Shopping Morumbi, onde tive direito a esporro de otaku. Enquanto eu andava calmamente pelo shopping, um paulistano de uns 15 anos vinha se aproximando de mim com expressão facil de como se me conhecesse. A princípio, achei tratar-se de um engano, de que ele viria me comprimentar confundindo-me com um conhecido, mas não foi isso. Ele chegou e perguntou se meu chapéu era do Urahara (foto à direita), disse que sim e ele disse: "Você tá usando errado, é com o "Y" pra frente". E saiu andando. Sim, sei que o número de otakus otários de lá para aqui é igualmente proporcional ao número de habitantes, mas havia me esquecido de vários acontecimentos "otakais" de minhas AnimeFriends. Não esperava encontrar um verme em pleno shopping, muito menos tomar um esporro. Como eu disse, ele devia ter acabado de tomar um fora de sua japinha kawaii preferida, ter se deprimido e tocado uma para um fanfic hentai da Mai Shiranui e, após ter recuperado seu orgulho otaku, foi passear ao shopping para demonstrar o quanto ele é mais entendido de animes do que os outros seres. Deprimente.
Danniel e Gabriel foram embora antes do fim do evento por causa do horário das passagens. Fiquei até o final e, após o evento, ainda fui ao Burguer King detonar um Stacker duplo com batata e Nestea infinito. Saímos de lá na segunda às 11 da manhã e chegamos aqui lá pelas 5:30 da tarde, devido a atrasos das paradas na estrada.


GAME & GAME MUSIC
A primeira reação comum ao se dizer "videogame", é uma "torcida-de-nariz" acompanhada de um ar de desprezo e superioridade. Brasil, um país onde o valor de quem entende de novela é superior ao de um entendedor de cinema, assim como o valor de um apreciador de funk e/ou psy para um de game music.
O videogame foi criado durante a Guerra Fria, como um dos motivos, dar a impressão às pessoas de possuir algum controle sobre a situação - algo que, na guerra, seria impossível. É mais uma das invenções criadas graças às guerras e que consideremados indispensáveis sem ao menos saber suas origens. Exemplo: submarino, avião, internet, fogão, computador domiciliar, etc. Mais tarde, foi dada ênfase aos games de treino para soldados do exército, talvez um dos motivos para que para alguns, videogame tenha o desmérito da posse da alcunha "violento".
De acordo com o dicionário, "ignorância" significa, entre outras coisas, "falta de saber, de ciência", logo, receber uma expressão de desprezo após ter tocado no assunto "videogame" com alguém claramente desentendido do assunto, significa estar conversando com um ignorante. Veja bem, só estou seguindo o dicionário. Alguém que não entende sobre um assunto é ignorante no mesmo, assim, deveria não falar sobre. Mal de brasileiro: desprezar/criticar o que não conhece/entende. É fato que acontece não só com videogames mas com muito mais coisas.
Digo tudo isso porque sei e vivo cada dia
mais a ignorância das pessoas, fato que me deixa entristecido.
Como disse Tommy Talarico, ao início do evento deste ano, algumas pessoas acham que música de videogame, ou seja, game musics, não passam de "bloops" e "blips". Ir à uma orquestra sinfônica de game musics, significa infantilidade para muitas pessoas. Sim, não só para a massa ignorante assumida do país, mas também aos não assumidos, conhecidos também como pseudo-intelectuais, aqueles que posam de intelectuais e críticos a todos os assuntos, mas não sabem nem do que estão falando. Possuem o maior poder de enrolação sem argumentos concretos que existe.


O EVENTO
Alguns pontos positivos e outros negativos quanto ao evento do ano anterior. Para minha alegria, são mais positivos.
Orquestra Sinfônica da Petrobrás
, a melhor orquestra do Brasil, uma honra. Para a orquestra que toca clássicos de grandes compositores japoneses e para a platéia, que tem o prazer de ouvir os clássicos atavés da melhor orquestra nacional.
Este ano, abusaram mais do já querido ao público, Martin Leung (foto). O coreando que ficou famoso pelo vídeo "videogame pianist" do Youtube, onde o mesmo tocara músicas dos clássicos Mario Bros e Mario World numa velocidade e sincronia incríveis. Este ano, simplesmente tocou "Radical Dreamers - Without Taking the Jewel", música preferida de meu compositor preferido, só faltou mesmo ser de meu jogo preferido, Chrono Trigger. Porém foi de seu sucessor, Chrono Cross, que tem a trilha toda composta pelo mestre Yasunori Mitsuda. Óbviamente, preferiria a música nas mãos da orquestra, mas ouví-la no piano não impediu que uma lágrima corresse meu rosto durante a música.
Algumas músicas se repetiram, porém muito melhores. A superioridade deste coral para com o do ano anterior é clara. Liberi Fatali, Baba Yetu e One Winged Angel, três das músicas repetidas, estavam notávelmente melhores.
Clássicas de Mario e Sonic não faltaram, Metal Gear Solid e World of Warcraft novem
ente e contamos com algumas coisas a mais como maior repertório de Martin Leung, a inesperada aparição de um brasileiro que toca músicas de Mario no violão e, claro, músicas novas como a de Halo 3 e Starcraft II. Aparentemente, acabaria com a música de Halo, ou foi isso que quiseram demonstrar. Acredito que muita gente estava perdendo as esperanças quanto ao gran-finale de One Winged Angel. Uma brincadeira apenas, óbviamente o clássico dos clássicos teve de ser tocado para encerrar, e foi o ponto inferior ao ano passado. Esta música é como a marca da VGL no Brasil, como a música tema para todo gamer conhecedor de RPG. Uma música séria e imponente que foi desvalorizada completamente. Este ano, a música foi tocada com um playback de guitarra ao fundo e, para piorar, com as gracinhas de Tommy Talarico e sua air guitar. Como se não bastasse, o próprio Tommy iniciou o ciclo de palmas rítmicas coordenadas no meio da música. Idiota. O grande clássico virou uma anedota, uma músiquinha para ser assoviada, não mais o clássico digno de uma orquestra. Espero com fé, que em 2008 cortem essa palhaçada.
Para os que continuam achando que videogame se resume a barulhos irritantes, vale a pena assistir o encerramente do evento:


video
VGL SP 2007: Final Fantasy VII - One Winged Angel


E ignorem o sujeito ao centro do palco.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Atraso e danos à sociedade.

Música do dia: Epica - The Phantom Agony

Onze e meia da noite e eu aqui, ouvindo Iron Maiden, contando meu dinheiro e tomando terere.
Daqui há algumas horas, estarei em um carro em direção a São Paulo, jogando DS e super ansioso. Domingo às 6 da manhã, o carro passará aqui em casa e estarei pronto para novamente ir à VGL.

Hoje, cheguei extra-cansado do colégio. Prova de física que fui relativamente bem e vôlei na última aula, após uma fracassada apresentação de trabalho sobre tendões. Meus pais estavam prontos para viajar, deitei no sofá da sala e inutilmente pedi mais dinheiro ao meu pai pois ele me deu muito pouco para uma viagem a um evento. Dormi. Dormi e acordei as 5:30 da tarde.

Li um mangá, bebi chá e o Danniel veio aqui conversar sobre a viagem. Logo mais, o Dico também veio e fomos comer enquanto o Danniel teve de ir embora. Demos umas voltas em torno do Igapó e conversamos sobre mulheres e boatos.

Recentemente, recebi uma advertência escrita sobre meus atrasos matinais à aula. Leia com atenção o trecho:

Desta forma, através de acompanhamento, temos observado que seu(sua) filho(a), Bruno Lopes da Silva , possui as seguintes ocorrências freqüentes:

(X) entrada em sala de aula às 07:30 (15 minutos de tolerância), aspecto que vem influenciando significativamente no desempenho do aluno, da equipe e da turma.

Francamente, um exagero. Eu realmente chego sempre na tolerância por ter problemas de sono e não conseguir despertar, além do que vou de bicicleta. Mas nunca me atrapalhei, nem minha equipe, muito menos a turma. Como 15 minutos de atraso atrapalhariam minha turma?!
Com um visível gosto pela enfatização de problemas irrelevantes, digo que deveria ser redigido com as seguintes palavras:


Desta forma, através de acompanhamento, temos observado que seu(sua) filho(a), Bruno Lopes da Silva, possui as seguintes ocorrências freqüentes:

(X) entrada em sala de aula às 07:30 (15 minutos de tolerância), aspecto que vem influenciando significativamente no desempenho do aluno, da equipe, da turma, do colégio e do Sistema SESI-PR. O atraso de seu(sua) filho(a) vem acarretando em imensuráveis danos à camada de ozônio. Está contribuindo para o processo lento de desenvolvimento do país. Após estes freqüentes atrasos, o PIB brasileiro caiu em 15% e as taxas de mortalidade cresceram na Bósnia Herzegovina. O governo observou um crescimento desenfreado da poluição do ar, solo e acúmulo de entulhos em locais ambientais, sem contar a devastação imensurável das florestas no coração da Amazônia. Uma tsunami matou 165 mil pessoas no leste asiático, região banhada pelo Oceano Pacífico que, após os constantes atrasos de seu(sua) filho(a), não é mais digno do título "pacífico", uma vez que se foi observado diversas tempestades e ciclones d'água que mataram pescadores e petroleiros, destruindo uma base da Petrobrás que situava-se no meio do oceano, com isso, espalhando litros de petróleo que fizeram com que 63 espécies de peixes entrassem em extinção, fato que influencia diretamente na cadeia alimentar de predadores como o tubarão-assassino que irão acabar morrendo de fome, tirando o sustento de pescadores da região que vivem da caça e pesca de tubarões, logo, aumentando a problemática da fome do leste asiático e a economia dos países que tinham-na baseada na exportação de pele de tubarão, fato que cortará relações entre os Estados Unidos e países da Europa com os países exportadores da pele. Tamanho choque na economia, trará problemas urbanos e sociais para as graneds potências mundiais e para toda a população, o que poderá levar-nos à uma Terceira Guerra Mundial.
Certos de vossa compreensão, colocamo-nos à disposição para dirimir dúvidas.



Ok, eu fiz isso por pura implicância (ou falta de assunto).
Estou feliz. Por mais que boatos sobre mim alastram-se pela cidade como a praga dos gafanhotos no Egito Antigo, isso trouxe conseqüências imensuravelmente boas para minha vida atual. Sem contar que a VGL, meu evento preferido, está chegando e fui bem na prova de física. "Há males que vem pra bem". Quem diria?!

Grato pelas críticas ao blog, algo que me deixa feliz também.

Em breve, post extremamente gigante sobre a VGL.
Até lá.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Resultado da Maratona Enem

Música do dia: Epica - Mother of Light (A New Age Dawns Part 2)

Depois de muito tempo sem escrever, volto para falar dos resultados da Maratona Enem.
Hoje em dia, devemos desconfiar de tudo ao nosso redor, ou pelo menos não confiar em tudo o que nos passam. Um grande erro comum é acreditar indubitavelmente em tudo que venha da mídia, seja ela a televisão, o jornal, a propaganda, etc.
Logo de cara, já atentei a farsa do título e propaganda da Maratona Enem. Afinal, por que "Enem"? Bem, a prova é aplicada alguns dias antes do Enem, tem sua estrutura baseada nesta prova e serve como um teste para a mesma. Mas esperem, o Exame Nacional do Ensino Médio nada mais é que um teste para o vestibular, logo, Maratona Enem é um teste para o teste. O objetivo disso é claro, promover o Sistem Anglo. Sabemos que Enem é um nome forte para estudantes e pais de estudantes brasileiros, fato que explica tudo. Maratona Enem: uma tentativa de fisgar a atenção dos pais para a qualidade do Sistema Anglo.
Além disso, outro fato me incomoda. Este é um acontecimento nacional realizado em colégios que utilizam o material Anglo. Por que o Colégio Londrinense não participou, se o mesmo também utiliza o sistema? O Colégio Universitário é um colégio que coleciona histórias suspeitas, mas não devemos levar em conta antes de termos provas concretas. Ok, então analisemos a situação.
Colégios particulares não deixam de ser empresas que estão vulneráveis ao mercado, precisam de propaganda, manter qualidade e a cada dia estar inovando para não perder clientes. Suponho que o Universitário andou perdendo um número significativo de alunos recentemente, eu mesmo conheço algumas pessoas que saíram de lá por estarem de "saco cheio". Não seria a Maratona Enem, uma jogada dos colégios que utilizam Sistema Anglo que, ultimamente, tenham tido perdas de alunos? É uma forte hipótese, tendo em conta toda propaganda que está relacionada ao teste e ao fato de que o Donizete, coordenador do ensino médio do Londrinense, ter dito alguns dias depois da divulgação da prova, que não estava sabendo do acontecimento.

Alguns dias após a prova, uma carta foi enviada a todos os participantes informando-nos sobre uma reunião no colégio em que realizamos a prova com o intuito de saber nosso desempenho. Fui à reunião e fiquei pouco tempo, bastava pegar uma pasta com uma senha pro seu nome, esta que seria chave para "logar" no site e visualizar o relatório individual de desempenho no provão. Chegando ao universitário, me deparei com poucas pessoas e um coffee-break maravilhoso, motivo pelo qual me fez ficar mais tempo do que previ. Assisti um tanto da reunião mas, francamente, aquilo foi tedioso. Uma reunião para mostrar quão corajosos fomos nós, participantes, ao levantarmos cedo para realizar uma prova e para mostrar como o Colégio Universitário é a melhor opção de ensino em Londrina. Chatice.

Não levando em conta meu vergonhoso resultado de 75,09% no rank (porque isso é minha culpa), voltemos ao relatório individual.




Eu realmente fui mal, mas acho que devo desconfiar da honestidade desses resultados. Percebam que C2 foi a competência onde meu desempenho foi pior. Logo após este gráfico, no site, tem um gráfico interativo para observar como o Sistema Anglo pode melhorar seu desempenho em cada competência. Não passa de hipnoze a favor do Anglo, trabalharam em algo tão complexo baseados em uma provinha de 40 questões e sequer publicaram o gabarito. Enfatizaram as características que só o Sistema Anglo possui, como se o fato de eu não tê-las fosse o motivo de meu fracasso. Se publicassem o gabarito, muita gente ignoraria essa massa de informação irrelevante e corrigiria sua própria prova.
Eles tinham o controle de informação das pessoas, sabiam que não faço parte do Sistema Anglo, informação suficiente para dar uma "alterada" em meu relatório individual e em todos aqueles fora do Sistema, não acham?!