Música do dia: Blind Guardian - Mirror Mirror
A segunda temporada da minha série de TV preferida, acabou nesta semana. Acabou no décimo primeiro episódio devido à greve de roteiristas americanos. Dá pra relevar alguns errinhos e a pressa por causa disso mesmo.
[SPOILER]
Bom, Heroes me faz sentir lendo um HQ a cada episódio da série, é uma coisa inovadora. Na internet, o pessoal odeia a Maya e odiaram sua ressureição. De fato ela é sem-sal, mas, pobrezinha, não precisa morrer por isso.
Gostei muito da evolução do Hiro, é notável se comparar com o começo da série. Não foi evoluído ao extremo, o que deu um toque de realidade ao negócio, afinal, ele ainda é novinho para matar pessoas.
A morte da Niki foi mal elaborada e como diabos ela não conseguiu sair da casa por uma maldita tora?! Morte com explosão é coisa clichê, ficou feio.
Meu preferido agora é o Noah, cada vez mais incrível. Adorei a persuasão dele e a capacidade de não se intimidar com a sádica Elle.
Ainda sem palpites quanto a quem matou Nathan em seu discurso. As coisas que rolam na comunidade de Heroes no orkut são absurdas, tem cada coisa idiota vinda de gente que se vê como absoluto... nem discuto. A falha dessa cena está até meio boba - a pessoa super suspeita, vestida de sobre-tudo, atira no político e sai caminahndo normalmente... acho difícil explicarem essa na terceira temporada.
Depois de ter feito de tudo, Sylar conseguiu seus poderes de volta nas falhas do estúpido Mohinder e da bela Elle. Ao contrário dos extremistas de comunidade, adorei a cena da latinha de espinafre. Esse pessoal pelo jeito não lê HQ! A latinha unida à frase "estou de volta" ficou épico, impecável. Viva o humor clássico dos quadrinhos!
Hoje, recebemos nossos "salários" da mini-empresa. Enquanto eu ganhei quatro reais, pessoas que fizeram menos que eu e faltaram mais que eu, ganharam sete ou dez. Não sei quem dividiu esses salários, mas aposto minhas tripas que não fizeram nenhum cálculo básico para essa distribuição. O cálculo foi: "Oh! Esse aqui é mais meu amigo, vou dar dez pra ele e uns sete pra este aqui que também é gente boa.".
Obviamente, a quantia miserável não me faz falta alguma. Só estou "chiando" aqui para lembrar mais uma vez da desonestidade das pessoas. No final, a lição que a Junior deveria ensinar não foi aprendida e continua todo mundo igual, com as características do meu antigo post sobre isso.
Sem mais.
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
Junior Achievement
Música do dia: Iron Maiden - Fear of the Dark
Junior Achievement. Uma organização de educação prática em economia e negócios que tem crescimento impressionante por todo o mundo.

Trata-se de um programa educacional voltado a alunos do ensino médio onde o objetivo é a simulação de uma mini-empresa na prática. Ações, capital, divisões setoriais, responsabilidades, produção, venda. Tudo isso faz parte do programa.
Funciona da seguinte maneira: voluntários experientes em assuntos empresariais se disponibilizam a ensinar e ajudar os alunos selecionados de determinado colégio a montarem e dirigirem uma mini-empresa S.A. de verdade. O nome "Junior Achievement" já é um nome de peso pois está há muito tempo trabalhando nisso e com resultados marcantes, portanto, ter em seu currículo algo como "voluntário da Junior Achievement" é um marco significativo, logo, os voluntários não são tão voluntários assim, não ao pé da letra, há sempre um interesse por detrás das coisas, mas isso não tem absolutamente nada em comum com o tópico de hoje, foi apenas uma observação.
Desde já, deixo claro que minha opinião sobre esta idéia é altamente positiva e tiro o chapéu para a atitude e empreendedorismo da organização internacional Junior Achievement. Mas já dizia alguém que não sei quem: "nem tudo são flores".
Conheço pouco das pessoas, e o pouco que eu conheço pode ser uma visão apenas das pessoas do Brasil, uma vez que não tenho contato direto com muitas outras pessoas fora daqui. Entendo que a personalidade de uma pessoa é formada por vários aspectos: família, tradição local, religião, pessoas com quem convive e os devidos aspectos das pessoas com quem convive. É tudo muito complexo e não é bom generalizar demais as pessoas.
Mas não posso deixar de citar algo que é claro em muita gente. Uma das coisas que me parece natural do ser humano é a necessidade de ser superior. Eu diria que algumas pessoas menos e outras mais, algumas fazem de tudo para chamar a atenção alheia enquanto outros têm em mente que são superiores de qualquer maneira. Já dizia Einstein que o ser humano só é sábio quando percebe o quanto sabe pouco. Exato.
E o que tem em comum este fato com o trabalho da Junior Achievement? Falando do trabalho empregado pela Junior em meu colégio, há muita relação.
Hoje, nós os participantes da Junior, perdemos nosso tempo de intervalo para ouvir um conselho-bronca da diretora do nosso colégio. Não acho que ela esteja tão a par da situação assim, mas ela não deixa de ter razão na bronca em vários aspectos.
Realmente, muita gente não se dedica e de certo modo prejudica a mini-empresa já formada, porém não é a única resistência ao sucesso da mesma. Sabemos que dentro de uma empresa, há cargos altos e cargos baixos, eis a GRANDE DIFERENÇA entra uma empresa de verdade e uma mini-empresa formada pela Junior Achievement.
Isso é realmente crucial. Os cargos dentro de uma empresa, seja ela grande ou pequena, são definidos de acordo com a capacidade comprovada do trabalhador, logo, cargos altos para pessoas capazes e baixo para as menos capazes, essa é verdade. Acontece que não é assim que funciona na mini-empresa da Junior. Os cargos de RH, diretoria e todos os outros são decididos aleatóriamente, ou seja, não precisa saber como ser um diretor para ser diretor de uma mini-empresa da Junior, logo, há um grande percentual de ser um desastre. É o caso da Anyway, mini-empresa do colégio SESI. Após tomarem seus altos cargos ganhos não por competência, mas sim por sorte, uma parte dos "líderes" da mini-empresa simplesmente enlouqueceu. A velha história do "sucesso subir à cabeça". Claro que não ao pé da letra pois um cargo alto dentro de uma mini-empresa da Junior, não significa ter potencial, ser competente nem nada disso, é apenas como ser médico no Jogo da Vida, não há do que se sentir orgulhoso, muito menos superior.
Volto a parcela de "líderes enlouquecidos" que mesmo sabendo de tudo dito acima, persistem em manter a "pose". Tais líderes-meia-boca estão achando que aquilo virou algo onde eles podem comandar as atitudes de todos até mesmo fora do parâmetro empresarial. Está virando uma loucura e os "filhinhos-de-papai" que nunca trabalharam na vida estão no auge do seu ego que, aparentemente, foi mimado pela vida toda. Sabem qual é minha definição para "pessoa mimada"? É aquela que tem tudo que quer dos pais quando é criança e está dentro de casa, assim quando cresce, acha que o mundo afora é sua casa e as pessoas à sua volta são como seus pais que lhe obedecerão em tudo e farão sempre o que quiser.
Ok, essas pessoas nunca trabalharam, não sabem nem um pitaco de como é agüentar a tensão de uma carga horária, de como funciona uma empresa e muito menos uma liderança de empresa. Afinal, o que essas pessoas fazem em "cargos altos"? Simples, enchendo seus próprios egos! Mas eu não sou um dos contribuintes para o"infla-ego" dessas pessoas e a minha atitude só não é radical nessas horas porque cansei de discutir e cansei de tentar melhorar as pessoas, meu objetivo atual para as pessoas que agem errado é somente um: que elas se fodam. Claro, eu aprendi a ser alguém melhor após ter levado muita pancada, portanto, foda-se o ego de todos os pseudo-líderes daquilo e que aprendam um dia que não irão conseguir seus objetivos apenas se expressando no imperativo.
Um extra.
No começo, haviam ações para os voluntários venderem para acionistas quaisquer.
No final, será lembrada a pessoa que vendeu mais ações.
Havia um número certo de ações.
Você que lê, concorda que uma pessoa que esconde parte das ações para poder vender mais que os outros, é alguém que tem alguma noção de moral?
Nem moral, muito menos ética.
Você acha que alguém assim terá sucesso na vida? Bem, não dá pra saber, mas é claro como luz que o fato de que se essa pessoa continuar com essa imundice, com certeza irá se arrepender. E volta ao que disse, as pessoas têm mais é que se fuderem. Faz parte do processo de aprendizagem.
Junior Achievement. Uma organização de educação prática em economia e negócios que tem crescimento impressionante por todo o mundo.
Trata-se de um programa educacional voltado a alunos do ensino médio onde o objetivo é a simulação de uma mini-empresa na prática. Ações, capital, divisões setoriais, responsabilidades, produção, venda. Tudo isso faz parte do programa.
Funciona da seguinte maneira: voluntários experientes em assuntos empresariais se disponibilizam a ensinar e ajudar os alunos selecionados de determinado colégio a montarem e dirigirem uma mini-empresa S.A. de verdade. O nome "Junior Achievement" já é um nome de peso pois está há muito tempo trabalhando nisso e com resultados marcantes, portanto, ter em seu currículo algo como "voluntário da Junior Achievement" é um marco significativo, logo, os voluntários não são tão voluntários assim, não ao pé da letra, há sempre um interesse por detrás das coisas, mas isso não tem absolutamente nada em comum com o tópico de hoje, foi apenas uma observação.
Desde já, deixo claro que minha opinião sobre esta idéia é altamente positiva e tiro o chapéu para a atitude e empreendedorismo da organização internacional Junior Achievement. Mas já dizia alguém que não sei quem: "nem tudo são flores".
Conheço pouco das pessoas, e o pouco que eu conheço pode ser uma visão apenas das pessoas do Brasil, uma vez que não tenho contato direto com muitas outras pessoas fora daqui. Entendo que a personalidade de uma pessoa é formada por vários aspectos: família, tradição local, religião, pessoas com quem convive e os devidos aspectos das pessoas com quem convive. É tudo muito complexo e não é bom generalizar demais as pessoas.
Mas não posso deixar de citar algo que é claro em muita gente. Uma das coisas que me parece natural do ser humano é a necessidade de ser superior. Eu diria que algumas pessoas menos e outras mais, algumas fazem de tudo para chamar a atenção alheia enquanto outros têm em mente que são superiores de qualquer maneira. Já dizia Einstein que o ser humano só é sábio quando percebe o quanto sabe pouco. Exato.
E o que tem em comum este fato com o trabalho da Junior Achievement? Falando do trabalho empregado pela Junior em meu colégio, há muita relação.
Hoje, nós os participantes da Junior, perdemos nosso tempo de intervalo para ouvir um conselho-bronca da diretora do nosso colégio. Não acho que ela esteja tão a par da situação assim, mas ela não deixa de ter razão na bronca em vários aspectos.
Realmente, muita gente não se dedica e de certo modo prejudica a mini-empresa já formada, porém não é a única resistência ao sucesso da mesma. Sabemos que dentro de uma empresa, há cargos altos e cargos baixos, eis a GRANDE DIFERENÇA entra uma empresa de verdade e uma mini-empresa formada pela Junior Achievement.
Isso é realmente crucial. Os cargos dentro de uma empresa, seja ela grande ou pequena, são definidos de acordo com a capacidade comprovada do trabalhador, logo, cargos altos para pessoas capazes e baixo para as menos capazes, essa é verdade. Acontece que não é assim que funciona na mini-empresa da Junior. Os cargos de RH, diretoria e todos os outros são decididos aleatóriamente, ou seja, não precisa saber como ser um diretor para ser diretor de uma mini-empresa da Junior, logo, há um grande percentual de ser um desastre. É o caso da Anyway, mini-empresa do colégio SESI. Após tomarem seus altos cargos ganhos não por competência, mas sim por sorte, uma parte dos "líderes" da mini-empresa simplesmente enlouqueceu. A velha história do "sucesso subir à cabeça". Claro que não ao pé da letra pois um cargo alto dentro de uma mini-empresa da Junior, não significa ter potencial, ser competente nem nada disso, é apenas como ser médico no Jogo da Vida, não há do que se sentir orgulhoso, muito menos superior.
Volto a parcela de "líderes enlouquecidos" que mesmo sabendo de tudo dito acima, persistem em manter a "pose". Tais líderes-meia-boca estão achando que aquilo virou algo onde eles podem comandar as atitudes de todos até mesmo fora do parâmetro empresarial. Está virando uma loucura e os "filhinhos-de-papai" que nunca trabalharam na vida estão no auge do seu ego que, aparentemente, foi mimado pela vida toda. Sabem qual é minha definição para "pessoa mimada"? É aquela que tem tudo que quer dos pais quando é criança e está dentro de casa, assim quando cresce, acha que o mundo afora é sua casa e as pessoas à sua volta são como seus pais que lhe obedecerão em tudo e farão sempre o que quiser.
Ok, essas pessoas nunca trabalharam, não sabem nem um pitaco de como é agüentar a tensão de uma carga horária, de como funciona uma empresa e muito menos uma liderança de empresa. Afinal, o que essas pessoas fazem em "cargos altos"? Simples, enchendo seus próprios egos! Mas eu não sou um dos contribuintes para o"infla-ego" dessas pessoas e a minha atitude só não é radical nessas horas porque cansei de discutir e cansei de tentar melhorar as pessoas, meu objetivo atual para as pessoas que agem errado é somente um: que elas se fodam. Claro, eu aprendi a ser alguém melhor após ter levado muita pancada, portanto, foda-se o ego de todos os pseudo-líderes daquilo e que aprendam um dia que não irão conseguir seus objetivos apenas se expressando no imperativo.
Um extra.
No começo, haviam ações para os voluntários venderem para acionistas quaisquer.
No final, será lembrada a pessoa que vendeu mais ações.
Havia um número certo de ações.
Você que lê, concorda que uma pessoa que esconde parte das ações para poder vender mais que os outros, é alguém que tem alguma noção de moral?
Nem moral, muito menos ética.
Você acha que alguém assim terá sucesso na vida? Bem, não dá pra saber, mas é claro como luz que o fato de que se essa pessoa continuar com essa imundice, com certeza irá se arrepender. E volta ao que disse, as pessoas têm mais é que se fuderem. Faz parte do processo de aprendizagem.
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